Século
XXI, o século das inovações tecnológicas. O mundo inteiro estar a um clique de
distância. As pessoas estão conectadas. O mundo está conectado. A tecnologia
tornou-se vital para a vida humana. Espera! Se nenhuma palavra de pôs espanto é
por que tem algo errado.
Nos
tempos onde só existiam as máquinas de datilografia, como as pessoas
conversavam? Já ouviu falar em algo chamado sociedade? Existe um mundo lá fora,
um mundo além da tela do computador. A vida é o jogo mais desafiador de todos e
talvez você fique perdendo tempo com esses joguinhos eletrônicos, mas isso não
vem ao caso agora.
A
tecnologia não é algo vital, mas é de bastante utilidade. Coisas vitais são
coisas necessárias ao bom funcionamento de nosso corpo e ele funciona
perfeitamente sem tecnologias. Elas não são ruins – claro que não – mas usadas
compulsoriamente podem apresentar seu lado nocivo.
Ora,
o que poderia ter feito o Hospital das Clínicas de São Paulo abrir um programa
de desintoxicação da internet? Você sabia que o efeito nocivo do uso compulsivo
de tecnologia pode causar danos neurais que podem ser até o dobro dos provocados
pelo consumo de maconha?
Em
um exame internacional semelhante ao ENEM realizado entre vários países –
inclusive Brasil – provaram que os alunos que obtiveram as melhores notas foram
aqueles que passavam menos de uma hora por dia na internet. Será que é difícil
esse feito?
As
informações estão todas à um clique de distância e isso é um benefício sem
sombra de dúvidas. No entanto muitos estão utilizando a internet como método de
substituição de convívio social. As redes sociais não substituem a vida não
virtual. A internet deve ser utilizada para obter informações que nos auxiliem
no conhecimento de mundo, nos ajudem em uma pesquisa etc.
Existem
vários sites de vídeo aulas, artigos científicos que podem ajudar aos
estudantes a ampliarem os seus estudos e tornarem-se autodidatas – algo crucial.
As informações estão tão perto quanto seu nariz, procure-as, use a internet de
maneira inteligente e torne-se um autodidata.
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