quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Tecnologia ao seu favor: como utiliza-la de forma inteligente?

Século XXI, o século das inovações tecnológicas. O mundo inteiro estar a um clique de distância. As pessoas estão conectadas. O mundo está conectado. A tecnologia tornou-se vital para a vida humana. Espera! Se nenhuma palavra de pôs espanto é por que tem algo errado.
Nos tempos onde só existiam as máquinas de datilografia, como as pessoas conversavam? Já ouviu falar em algo chamado sociedade? Existe um mundo lá fora, um mundo além da tela do computador. A vida é o jogo mais desafiador de todos e talvez você fique perdendo tempo com esses joguinhos eletrônicos, mas isso não vem ao caso agora.
A tecnologia não é algo vital, mas é de bastante utilidade. Coisas vitais são coisas necessárias ao bom funcionamento de nosso corpo e ele funciona perfeitamente sem tecnologias. Elas não são ruins – claro que não – mas usadas compulsoriamente podem apresentar seu lado nocivo.
Ora, o que poderia ter feito o Hospital das Clínicas de São Paulo abrir um programa de desintoxicação da internet? Você sabia que o efeito nocivo do uso compulsivo de tecnologia pode causar danos neurais que podem ser até o dobro dos provocados pelo consumo de maconha?
Em um exame internacional semelhante ao ENEM realizado entre vários países – inclusive Brasil – provaram que os alunos que obtiveram as melhores notas foram aqueles que passavam menos de uma hora por dia na internet. Será que é difícil esse feito?
As informações estão todas à um clique de distância e isso é um benefício sem sombra de dúvidas. No entanto muitos estão utilizando a internet como método de substituição de convívio social. As redes sociais não substituem a vida não virtual. A internet deve ser utilizada para obter informações que nos auxiliem no conhecimento de mundo, nos ajudem em uma pesquisa etc.

Existem vários sites de vídeo aulas, artigos científicos que podem ajudar aos estudantes a ampliarem os seus estudos e tornarem-se autodidatas – algo crucial. As informações estão tão perto quanto seu nariz, procure-as, use a internet de maneira inteligente e torne-se um autodidata. 

domingo, 13 de dezembro de 2015

A reportagem do Valor Econômico “O aviso foi dado: pedalar faz mal”


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Uma reportagem do Valor Econômico repercutiu essa semana. A reportagem escrita por Leandra Peres aponta as pedaladas fiscais que a presidente Dilma Rousseff cometeu e o por que dela ser acusada pelo crime de responsabilidade.
Veja um trecho da reportagem:
Dois anos e meio antes de as “pedaladas fiscais” justificarem a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e pelo menos um ano antes do início da campanha pela reeleição, técnicos do Tesouro Nacional elaboraram, em julho de 2013, um diagnóstico de 97 páginas sobre a situação fiscal e econômica do país. Mantido sob sigilo até agora, o relatório, ao qual o Valor teve acesso, continha um claro alerta à cúpula do governo: “O prazo para um possível ‘downgrade’ é de até 2 anos”; “Ao final de 2015 o TN [Tesouro Nacional] estaria com um passivo de R$ 41 bilhões” na conta dos subsídios em atraso; “Contabilidade ‘criativa’ afeta a credibilidade da política fiscal”.
Novos avisos foram incluídos em uma versão revisada, de setembro de 2013. O caixa do Tesouro estava muito baixo e foi citado no documento como “risco para 2014”. Os técnicos do Tesouro projetavam um “déficit sem perspectiva de redução”, falavam em “esqueletos” que teriam que ser explicitados e recomendavam “interromper imediatamente quaisquer operações que produzam resultado primário sem a contrapartida de contração da demanda agregada ou que gere efeitos negativos sobre o resultado nominal e/ou taxa implícita da dívida líquida”.
E é claro, não para por aí. Durante a reportagem descobre-se – no meu caso, comprova-se – o caráter incontestável – literalmente incontestável – da presidente Dilma Rousseff. Um estudo 100% técnico que visava o bem da economia brasileira foi taxado de “rebelião das classes inferiores”.
Vale ressaltar que o TCU – Tribunal de Contas da União, no dia 09 de dezembro de 2015, rejeitou as contas de Dilma Rousseff e confirmou que houve crime de responsabilidade fiscal. Um rombo de quase R$100 bilhões. Tal delito é um dos motivos para haver o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O grande problema é que a falta de humildade, a prepotência, a arrogância dos militantes esquerdistas/petistas é tão tamanha que algo tão fácil de ser compreendido acaba por ser taxado de “rebelião dos inferiores”. Para se ser sábio é necessária humildade. Utilizar aquela velha frase de Sócrates: “Só sei que nada sei” e isto já é um saber. O sábio permite a correção; o estúpido diz que o ovo do mosquito Aeades aegypti é quem transmite o Zika vírus, chikungunya e dengue.
Deixo aos meus leitores algumas recomendações:
- Assista ao programa ‘Pingo nos Is’ da rádio Jovem Pam (JP) que foi ao ar em 11/12/2015, disponível em:
- Leia a reportagem do Valor Econômico na integra em: http://www.valor.com.br/pedaladas
- Para compreender melhor o pensamento do exército de idiotas formado pelos grandes canalhas (refiro-me a corja que se diz ‘trabalhadora’) leia:

domingo, 6 de dezembro de 2015

Os histéricos no poder - Olavo de Carvalho

disponível em:
http://3.bp.blogspot.com/-SDoM4NDeZq0/U_epoigSdFI/AAAAAAAACrU
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Um artigo que li no livro: O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota - Olavo de Carvalho. Achei muito interessante e acredito que seja proveitoso para todos seres humanos, principalmente os brasileiros que aparentemente são seres a parte, graças a cultura impecável. Sou admirador de Olavo de Carvalho, todos os direitos e méritos desse post são deles, acessem o seu site oficial em: www.olavodecarvalho.org


“Uma das experiências mais perturbadoras que tive na vida foi a de perceber, de novo e de novo ao longo dos anos, o quanto é impossível falar ao coração, à consciência profunda de indivíduos que trocaram sua personalidade genuína por um estereótipo grupal ou ideológico. 

Diga você o que disser, mostre-lhes mesmo as realidades mais óbvias e gritantes, nada os toca. Só enxergam o que querem. Perderam a flexibilidade da inteligência. Trocaram-na por um sistema fixo de emoções repetitivas, acionadas por um reflexo insano de autodefesa grupal.

No começo não é bem uma troca. O estereótipo é adotado como um revestimento, um sinal de identidade, uma senha que facilita a integração do sujeito num grupo social e, libertando-o do seu isolamento, faz com que ele se sinta até mais humano. Depois a progressiva identificação com os valores e objetivos do grupo vai substituindo as percepções diretas e os sentimentos originários por uma imitação esquemática das condutas e trejeitos mentais do grupo, até que a individualidade concreta, com todo o seu mistério irredutível, desapareça sob a máscara da identidade coletiva.

Essa transformação torna-se praticamente inevitável quando a unidade do grupo tem uma forte base emocional, como acontece em todos os movimentos fundados num sentimento de "exclusão", "discriminação" e similares. 

Não me refiro, é claro, aos casos efetivos de perseguição política, racial ou religiosa. A simples reação a um estado de coisas objetivamente perigoso não implica nenhuma deformação da personalidade. Ao contrário: quanto mais exageradas e irrealistas são as queixas grupais, tanto mais facilmente elas fornecem ao militante um "Ersatz" de identidade pessoal, precisamente porque não têm outra substância exceto a ênfase mesma do discurso que as veicula. 

À dessensibilização da consciência profunda corresponde, em contrapartida, uma hipersensibilização de superfície, uma suscetibilidade postiça, uma predisposição a sentir-se ofendido ou ameaçado por qualquer coisinha que se oponha à vontade do grupo.

No curso desse processo, é inevitável que o amortecimento da consciência individual traga consigo o decréscimo da inteligência intuitiva. As capacidades intelectuais menores, puramente instrumentais, como o raciocínio lógico verbal ou matemático, podem permanecer intactas, mas o núcleo vivo da inteligência, que é a capacidade de apreender num relance o sentido da experiência direta, sai completamente arruinada, às vezes para sempre.

A partir daí, qualquer tentativa de apelar ao testemunho interior dessas pessoas está condenada ao fracasso. A experiência que elas têm das situações vividas tornou-se opaca, encoberta sob densas camadas de interpretações artificiais cujo poder de expressar as paixões grupais serve como um sucedâneo, hipnoticamente convincente, da percepção direta. 

O indivíduo "sente" que está expressando a realidade direta quando seu discurso coincide com as emoções padronizadas do grupo, com os desejos, temores, preconceitos e ódios que constituem o ponto de intersecção, o lugar geométrico da unidade grupal.

O mais cruel de tudo é que, como esse processo acompanha "pari passu" o progresso do indivíduo no domínio da linguagem grupal, são justamente os mais lesados na sua inteligência intuitiva que acabam se destacando aos olhos de seus pares e se tornando os líderes do grupo.

Um grau elevado de imbecilidade moral coincide aí com a perfeita representatividade que faz do indivíduo o porta-voz por excelência dos interesses do grupo e, na mesma medida, o reveste de uma aura de qualidades morais e intelectuais perfeitamente fictícias.

Não conheço um só líder esquerdista, petista, gayzista, africanista ou feminista que não corresponda ponto por ponto a essa descrição, que corresponde por sua vez ao quadro clássico da histeria. 

O histérico não sente o que percebe, mas o que imagina. Quando o orador gayzista aponta a presença de cento e poucos homossexuais entre cinquenta mil vítimas de homicídios como prova de que há uma epidemia de violência anti-gay no Brasil, é evidente que o seu senso natural das proporções foi substituído pelo hiperbolismo retórico do discurso grupal que, no teatro da sua mente, vale como reação genuína à experiência direta. 

Quando a esposa americana, armada de instrumentos legais para destruir a vida do marido em cinco minutos, continua se queixando de discriminação da mulher, ela evidentemente não sente a sua situação real, mas o drama imaginário consagrado pelo discurso feminista. 

Quando o presidente mais mimado e blindado da nossa História choraminga que levou mais chicotadas do que Jesus Cristo, ele literalmente não se enxerga: enxerga um personagem de fantasia criado pela propaganda partidária, e acredita que esse personagem é ele. Todas essas pessoas são histéricas no sentido mais exato e técnico do termo. E se não sentem nem a realidade da sua situação pessoal imediata, como poderiam ser sensíveis ao apelo de uma verdade que não chega a eles por via direta, e sim pelas palavras de alguém que temem, que odeiam, e que só conseguem enxergar como um inimigo a ser destruído?

A raiz de todo diálogo é a desenvoltura da imaginação que transita livremente entre perspectivas opostas, como a de um espectador de teatro que sente, como se fossem suas, as emoções de cada um dos personagens em conflito. Essa é também a base do amor ao próximo e de toda convivência civilizada. 


A presença de um grande número de histéricos nos altos postos de uma sociedade é garantia de deterioração de todas as relações humanas, de proliferação incontrolável da mentira, da desonestidade e do crime.”

Domingo deveria ser um dia pra relaxar, não ser perturbado por um vizinho com um som tão intenso e sem a menor qualidade.

Hoje é domingo e estava tentando relaxar em minha casa, até estava conseguindo até que decidi ler um pouco e quando comecei a ler acabei notando que algo me perturbará. Um som quase que incompreensível, acredito que o código linguístico era inglês, mas não deu para identificar. Abri o portão de minha residência e fui observar o que estava havendo em minha rua e deparo-me com um de meus vizinhos com o porta-malas de seu carro aberto, onde havia um “paredão de som”, na calçada de sua residência, sem camisa, dançando.
O que há de errado nisso? Nada. Ele é apenas como vários brasileiros que querem usar o final de semana para ter algum momento de diversão, já que na semana talvez efetue atividades que não estejam ligadas ao sentido de sua vida – no significado segundo Viktor Frankl. Como vários brasileiros, é comum no domingo ouvir um som alto e um vizinho com uma mesa na calçada e vários amigos bebendo para aguentarem o que vão enfrentar durante a semana.
Acho chato. Estava tentando adquirir cultura enquanto um vizinho ouve algo de péssima qualidade. Enquanto estou escrevendo esse “desabafo” até que melhorou, agora eu tenho certeza de que é inglês, mas fico em dúvida se ele interpretou a música para ficar ouvindo-a. Vários brasileiros ouvem uma música em inglês e dizem: “essa é minha música” e quando descobrem a tradução... ops... foi um erro, né?!
Mudo de ideia, agora piorou! Já não sei se é inglês mesmo. Tá difícil. E o pior que é que ele ainda aumentou o som. Já escrevi algo sobre o sentido da vida segundo Viktor Frankl. Na visão cultural brasileira, muitos brasileiros não tem a vida que desejavam ter, não exercem nem o trabalho que gostariam, contenta-se com um trabalho arranjado por alguém para se sustentarem e nos finais de semana e feriados usam uma diversão que as vezes chega ser deprimente. Ora, homens barbudos que colocam músicas nas alturas e enchem a cara todo fim de semana, bom, isso não é deprimente?
É lamentável, mas a onde nossa cultura vai parar? Digo, a onde vamos sem cultura? Qual será o futuro dessa nação? Os filhos as vezes seguem o exemplo de seus pais, então o que podemos esperar do futuro da nação? Isso é uma crítica para que o cidadão passe a se importar com obter mais cultura e parar de aceitar tudo o que enfiam-lhe goela a baixo... E também não incomodar os outros vizinhos com um som tão intenso.

Se você tem um vizinho assim, te enchendo o saco: 190 é o meu concelho. Acredito que conversar só vai te dar dor de cabeça, então ligue pra alguém que possa resolver.  

sábado, 5 de dezembro de 2015

“Que zica, véy!” – Zika vírus: o que é?

disponível em: http://static.tuasaude.com/img/posts/2015/04/dab0e3cb92756ac50c0341e2630f70ef.jpeg


No ano de 1947, na floresta de Zika, na África, surgiu o primeiro caso de infecção por Zika, em que um macaco foi infectado com o vírus e acredita-se que o mosquito vetor Aedes aegypti picou o macaco e adquiriu o vírus e o passou para humanos e assim o vírus foi se espalhando. Em maio de 2015, o Zika vírus chegou ao Brasil pelo nosso Nordeste. Hoje o Brasil é o país com maior número de casos de infecção por Zika, tendo cerca de 84.000 casos confirmados.   
A principal motivação de pesquisa não é pelo fato do vírus causar uma infecção grave, pois seus sintomas são bem brandos quando comparados com outras doenças que tem como vetor o Aedes aegypti como a dengue e a chikungunya. São sintomas da infecção por Zika:
·         Febre baixa (37,8° - 38,5°);
·         Dor nas articulações, mais frequente nas articulações das mãos e pés;
·         Dor muscular;
·         Dor de cabeça;
·         Dor abdominal;
·         Diarreia;
·         Constipação;
·         Conjuntivite;
·         E pequenas úlceras na mucosa oral.
O que motivou as pesquisas é para descobrir se existe a relação entre o vírus e a microcefalia, pois várias mulheres grávidas relataram ter tido os sintomas do Zika Vírus e seus filhos nasceram com microcefalia. Ainda não se pode comprovar a relação – se é que existe – mas as pesquisas estão sendo realizadas.


Aprenda mais sobre o Zika Vírus assistindo a vídeo aula disponibilizada pelo Anatomia Fácil, com a pesquisadora PhD Professora Patrícia Pestana Garcez, da UFRJ, disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=sHgR66Z4rAQ

O evangelho dos números: “se você veio aqui buscando sua resposta, a sua vitória, recebaaaaaaaaaaaa!”

Disponível em:https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjRZ1UmJquBshN6SgHb3Taimt8Gc2HmLZOeLtMqsQnasAIhLiSVJGhGWxMxF8ChrNGJz4__0FBORkH5wKtXdgwngc3ffiYw56LUbhM3BJ0QDa15eRs9tYWVzsECMGhyex_0p7N6vGOZzacR/s400/cruz.jpg


Desde que nasci que frequento igrejas, mas tornei-me cristão no ano de 2014, quando finalmente pude entender o que é o evangelho, quando passei a adorar a Deus pelo que Ele é e não pelo que Ele pode me dar. Ainda sou pecador, não sou santo e só serei quando meu corpo for revestido. Mas não é esse o assunto. Estou com saudade de ouvir o que de fato é a mensagem de Deus, o evangelho da cruz. Sou filho de pastor e as vezes fico pensando se vou mesmo à igreja no domingo, pois na maioria das vezes só ouço os “corinhos de fogo” – se pegar fogo eu ligo para os bombeiros! – ou pregadores entregando “vitórias” ou “respostas” vindas do céu. Será mesmo?
Poxa, que igreja é essa que vai buscar resposta, vitória ou algo parecido? Aos poucos a palavra “entregar”, “servo” e os versículos do “eis-me aqui” vão desaparecendo e só tem o “venha a nós o vosso reino”. Que palhaçada é essa? Afinal, nós somos os deuses ou Ele é o Eu Sou? Acordem. Uma disseram no púlpito da igreja: “você aí que veio buscar sua vitória, Deus está me dizendo: é hojeeeeeeeeeee!”... O que é hoje? Acredito que Deus fala, que Deus manda recados, mas se tudo deve ser feito com ordem e decência, não será gritando, quase estourando a resistência da caixa de som, me poupe.
Ei, você: se você é crente tome vergonha e seja CRISTÃO! Chega de evangelho dos números onde que o importa é quantidade. Chega! Adore a Deus pelo o que Ele é e não pelo que Ele pode dar. Tome vergonha! Vá entregar sua adoração a Deus e não buscar algo dEle. Está escrito: “Buscai o reino de Deus e sua justiça e as demais coisas vos serão acrescentadas.” Quer buscar algo? Legal: busque o reino de Deus. Mas como? Siga a Jesus, Ele é o caminho. Seja cristão, não só crente, seja Cristão e assuma sua identidade. Decida o que você quer: o evangelho dos números que te leva para o deus do século ou o evangelho da Cruz que te leva para Deus. Não dá para escolher os dois.

“Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz a Igreja.”

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

O sentido da vida e a vida dos brasileiros



Viktor Frankl, médico, judeu e austríaco, pai da logoterapia afirmou em Man’s Search for Meaning que o homem pode suportar tudo, menos a falta de um sentido. Quando nos deparamos com algo, com algum acontecimento, logo nos perguntamos o seu “por que”, coisas que não possuem uma lógica, um sentido, não são interpretadas com bons olhos pelo ser humano, pois não tem como explicar. O sentido da vida pode ser chamado de vocação, mas o que é a vocação? É a sua missão aqui na Terra, algo que só você pode fazer. Aquilo que pode não te gerar um bom lucro, que pode até gerar dores de cabeça e problemas, mas mesmo assim você não para de fazer. Você ouve uma voz que te encaminha para realizar tal tarefa, é a sua missão, é o sentido da sua vida, seu significado. A nossa mente precisa dessa “voz”, desse “ser superior”.
A ciência social brasileira tenta de todos os modos, anular esse ser e não vê os problemas que são causados por isso. Deus é esse ser superior – ao menos para mim. Toda a estrutura social é embasada nos mandamentos de um ser superior a nós, todas as leis, mandamentos, enfim, todas as regras são baseadas num padrão estabelecido pelo todo poderoso, mais uma vez há a comprovação de que não se pode anular essa necessidade. A sociedade brasileira foi inicialmente por portugueses ambiciosos que queriam crescer no Brasil, quando frustrados se tornaram pessoas invejosas, adquiriram um azedume e adotaram o discurso “bonitinho” da injustiça social – É injusto alguém ter a vida que você sonhou; negros e índios também faziam parte dessa sociedade, só que esses não tinha ideia do sentido de suas vidas, então viam-se marginalizados. Atualmente, a fraqueza intelectual do povo brasileiro, a acomodação em um emprego medíocre, a falta do sentido da vida, faz com que se tenha uma vida impossível e um prazer descontrolado. O carnaval é uma festividade que comprova isso, pois é onde há a ultrapassagem de todos os limites. Parte da população que se contente com seu emprego – algo que não gostam de fazer, só o fazem para ganhar um sustento – gasta o dinheiro com o carnaval, isso acaba gerando neles uma sensação de prazer que “compensa” o sacrifício que é exercer algo sem sentido.
Claro que há pessoas que até podem gostar da profissão que exercem, quem realmente seguem o sentido de suas vidas e que mesmo assim se divertem no carnaval. Esse grupo de pessoas tem consciência de seus limites, são felizes e optam pelo carnaval como uma mera diversão dentre as demais que já possua, algo que nem toda população brasileira possui. Tom Jobim uma vez disse que no Brasil é um crime possuir boas condições financeiras. Mais uma vez entra em ação a social brasileira, que com traços marxistas, tenta instalar a luta entre as classes, tenta implantar na cabeça dos menos intelectualizados que os ricos são inimigos dos pobres, são arrogantes e miseráveis, que roubaram para estar a onde estão. É mesmo, é? Estudei feito um condenado para ter uma “vidinha” de mais ou menos? Claro que não. Isso é um crime? Não. Se a bíblia diz que o homem viverá do seu trabalho, é melhor que eu encontre um trabalho bom se quiser ter uma vida boa. Se exerço uma função na qual não vejo nenhum sentido, minha vida será sem sentido. Uma vida sem sentido contribui para uma série de fracassos e para os companheiros de cachaça de fim de semana. Aqueles que colocam uma mesa na calçada ou no quintal pegam uma bebida alcoólica, embebedam-se ouvindo músicas que péssimo nível cultural e dizem que isso é uma diversão para compensar a semana difícil de trabalho. Isso é deprimente.

Além de desencadear vários problemas de saúde, você ainda possuir uma vida sem sentido? É a partir daí que entram as novelas da rede globo que passam o que o cidadão quer ver – se bem que a propaganda de Corega fita adesiva na novela babilônia não agradou tanto aos telespectadores – os políticos bonzinhos que se acham no direito de monopolizar a defesa do pobre, dizendo que sabem o que eles passam e que vão lutar por direitos iguais, enfim, se você é brasileiro você já deve conhecer esse velho discurso. É lamentável, mas vai continuar assim por muito tempo. Afinal de contas, por que o governo ou os controladores de massa iriam jogar a luz onde existe uma treva que torna mais fácil o controle da situação? O maior medo dos atuais governantes e controladores de massa não é uma investigação intitulada de ‘Lava Jato’, e sim que a população readquira o desejo de conhecer que foi dito por Aristóteles. O maior medo deles não é um cara que cria uma página no Facebook e diz que quer o impeachment da Presidente. O maior medo deles é um simples cara que seja intelectual e que influencie, que consiga dar a luz para a população. Uma população instruída é mais difícil de se controlar.

Inspirado em: Olavo de Carvalho - O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota.